E se Elvis Presley estivesse na ativa… cantaria estas canções?



Dizer que não existiria o rock sem ele, é exagero.  A coisa toda iria acontecer de uma forma ou de outra. Mais devagar, talvez sem tanto glamour, mas iria acontecer. Ele foi o que os filmes as quais minhas filhas assistiam chamariam de “O escolhido”. Um individuo que com inigualável talento e um par de olhos azuis foi nas raízes da música negra, misturou o sagrado com o profano e virou – merecidamente – a majestade do Rock: Elvis Presley.

Há exatos 34 anos morreu o homem e nasceu a lenda. Se tratando de Elvis, o verbo “morrer” não se aplica então, digamos que o cara ficou quietinho. Na dele. Por todo esse tempo. Vivo ou “quietinho”, não há quem já não se perguntou o que aconteceria caso ele tivesse se entregado à tríplice Sexo, Drogas e Rock n’ roll e não tivesse saído de cena com uma carreira de sucessos. Em pleno 2011 estaria ele cantando seus maiores hits em loop como fazem os sobreviventes da sua época? Seria convidado para o Rock n’ Rio? Faria um dueto, pra valer, com  a Celine Dion…



…ou iria preferir dividir o palco  com Katy Perry? Estaria atuando em uma série de TV de grande audiência ou já velhinho faria participações especiais em programas de auditórios decadentes? Ninguém sabe…

Mas…

.. por não saber mesmo que um cara chamado Doug Church, sósia vocal de Elvis, imaginou o que o Rei do Rock poderia fazer se colocasse o seu vozeirão a serviço do pop rock contemporâneo. Church já fez trilha sonora de filme e como todo sósia de Elvis, seja vocal ou não, shows pelos Estados Unidos inteiro.

A criatividade de Church não tem limites e conseguiu pensar em Elvis cantando Smooth, sucesso do dueto entre Rob Thomas (MatchBox 20) e Carlos Santana



… com a mesma naturalidade que cantaria Livin’ la vida loca  do portoricaço Ricky Martin



Além covers de Elton John


Eric Clapton dentre outros.




E já que estamos falando de covers…

Legal mesmo é esse vídeo no qual Sir Paul McCartney cantando That’s All Right (Mama), clássico de Elvis de 1954 e, mais do que isso: considerada – com uma certa controvérsia – a primeira gravação verdadeiramente rock n’ roll de que se tem notícia.



E, lógico, a original