Os primeiros lugares ficaram com países pequenos, mas de grande potencial para contribuir com um mundo mais sustentável. A Dinamarca ficou no topo da lista por seu apoio a novos negócios que desenvolvem tecnologias limpas. São dados incentivos até que o conhecimento se torne lucrativo e benéfico para a economia e o meio ambiente. O país tem um plano de redução de emissões em 40% até 2020, meta que alavancou o setor de energia eólica. Copenhague foi a primeira capital do mundo a ter empréstimo de bicicletas público.
O segundo lugar ficou com Israel, que desde a década de 50 desenvolve tecnologias ambientais para lidar com o déficit de recursos energéticos e a escassez de água. Por causa das relações delicadas que tem com os países produtores de petróleo do Oriente Médio, Israel precisou buscar alternativas e apostou na energia solar – usada atualmente em 90% das residências. Além disso, Israel é o país que investe mais recursos no tratamento e reciclagem de água.
Em terceiro ficou a Suécia, onde o governo oferece financiamentos gordos para pesquisas em tecnologias limpas e a tradição no desenvolvimento de soluções ambientais está presente em vários setores.
A lista segue com Finlândia, Estados Unidos, Alemanha, Canadá, Coreia do Sul, Irlanda e Reino Unido. O Brasil ficou em 25º lugar, considerado um país de cultura empresarial forte, mas com pouco investimento em inovação, pesquisa e desenvolvimento de tecnologias verdes.
O estudo avaliou 38 países a partir de 15 indicadores. A área de geração de energias renováveis se destacou como a que recebeu mais incentivos.

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Srs.Somos uma ONG ambiental e reoalzamis projetos sustente1veis em Jaguarifana, sendo um dos projetos ligados a um parceiro que consta do Green Book (GCE Papeis).Gostaria de informae7f5es de como a ONG Trilhos do Jequitibe1 possa fazer parte Green Book .Hile1rio ArgemiroSecrete1rio Administrativo(19) 8147-5911